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Rafael Susskind
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ANPD avança na construção da Política Nacional de Proteção de Dados e Privacidade

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) deu mais um passo importante para a consolidação da governança da privacidade no Brasil ao realizar nova etapa dos trabalhos voltados à formulação da Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade (PNPDP). A iniciativa busca estabelecer diretrizes estratégicas capazes de orientar a atuação do poder público, do setor privado e da sociedade civil em temas relacionados à proteção de dados.

A construção da política envolve a participação de diferentes setores e pretende criar uma visão de longo prazo para fortalecer a cultura de proteção de dados no país, promovendo maior segurança jurídica, estímulo à inovação responsável e ampliação da conscientização sobre os direitos dos titulares. A medida também reforça o papel da ANPD como órgão responsável pela coordenação da implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), contribuindo para a maturidade do ecossistema brasileiro de privacidade.

Referência:
https://www.gov.br/anpd/pt-br/assuntos/noticias/anpd-avanca-na-formulacao-da-politica-nacional-de-protecao-de-dados-pessoais-e-da-privacidade

Roblox passa a exigir experiências adequadas à idade de menores de 16 anos no Brasil

A plataforma Roblox anunciou mudanças significativas em suas regras de proteção de crianças e adolescentes no Brasil. A partir das novas diretrizes, usuários menores de 16 anos terão acesso apenas a experiências compatíveis com sua faixa etária, conforme classificações definidas pela própria plataforma.

A medida busca aumentar a segurança digital dos jovens usuários e reduzir a exposição a conteúdos inadequados. O sistema passará a utilizar mecanismos mais rigorosos de classificação e controle parental, permitindo que responsáveis tenham maior visibilidade sobre as atividades realizadas pelos menores.

O movimento acompanha uma tendência global de fortalecimento das políticas de proteção infantil em ambientes digitais, especialmente em plataformas que combinam jogos, interação social e conteúdo gerado pelos próprios usuários. O tema tem ganhado destaque entre reguladores e autoridades de diversos países diante do crescimento do número de crianças conectadas e dos riscos relacionados à privacidade, segurança e bem-estar digital.

Referência:
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/16/roblox-comeca-a-exigir-no-brasil-que-menores-de-16-anos-usem-versoes-adequadas-as-suas-idades-veja-como-vai-funcionar.ghtml

Líderes do G7 intensificam debate sobre proteção de menores no ambiente online

Durante a reunião do G7, líderes das principais economias democráticas do mundo ampliaram as discussões sobre a necessidade de fortalecer a proteção de crianças e adolescentes na internet. Entre os temas abordados estão o acesso a redes sociais, a exposição a conteúdos prejudiciais, o uso excessivo de plataformas digitais e a coleta de dados de menores.

O debate reflete uma preocupação crescente dos governos em relação aos impactos das tecnologias digitais sobre o desenvolvimento infantil. Diversos países vêm discutindo mecanismos de verificação de idade, restrições de funcionalidades para menores e maior responsabilização das plataformas digitais na prevenção de danos.

A pauta demonstra que a proteção de crianças no ambiente digital deixou de ser apenas uma preocupação local e passou a integrar a agenda internacional de governança tecnológica, privacidade e direitos digitais.

Referência:
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/17/g7-menores-online.ghtml

STF conclui julgamento sobre responsabilização das plataformas digitais

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu uma das discussões mais relevantes dos últimos anos envolvendo internet, liberdade de expressão e responsabilidade das plataformas digitais. Com o encerramento do julgamento e sem possibilidade de novos recursos, a Corte definiu parâmetros para a responsabilização de empresas de tecnologia em situações envolvendo conteúdos ilícitos publicados por usuários.

A decisão representa um marco para o ambiente digital brasileiro ao atualizar entendimentos construídos há mais de uma década, quando o cenário das redes sociais possuía características muito diferentes das atuais. O julgamento estabelece novas referências para casos envolvendo remoção de conteúdo, atuação das plataformas e proteção de direitos fundamentais.

O tema possui impacto direto sobre empresas de tecnologia, órgãos reguladores, usuários e organizações que atuam com proteção de dados, governança digital e compliance, especialmente diante do crescente debate global sobre o equilíbrio entre liberdade de expressão, combate à desinformação e responsabilidade das plataformas.

Referência:
https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/06/17/stf-faz-ajustes-na-responsabilizacao-das-big-techs-nao-cabe-mais-recursos-da-decisao-dos-ministros.ghtml

Reino Unido amplia supervisão sobre o Google com novas regras de concorrência digital

O governo do Reino Unido anunciou um novo conjunto de regras voltadas ao Google, reforçando os mecanismos de supervisão sobre grandes plataformas digitais. As medidas fazem parte da estratégia britânica para promover maior concorrência nos mercados digitais e reduzir potenciais práticas que possam limitar a atuação de concorrentes.

Entre os objetivos das novas regras estão aumentar a transparência nos serviços oferecidos pela empresa, ampliar as opções disponíveis aos consumidores e fortalecer a capacidade regulatória do país diante do crescente poder econômico e tecnológico das big techs.

A iniciativa segue uma tendência observada em diferentes regiões do mundo, incluindo União Europeia, Estados Unidos e diversos países da Ásia, onde reguladores vêm adotando medidas para equilibrar inovação, competitividade e proteção dos direitos dos usuários. O avanço dessas regulações evidencia que a governança das grandes plataformas digitais permanece como uma das principais pautas globais relacionadas à tecnologia, privacidade e economia digital.

Referência:
https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2026/06/17/reino-unido-estabelece-novas-regras-para-o-google.ghtml

A Importância do DPO as a Service na Proteção de Dados

As notícias desta semana revelam um movimento global cada vez mais intenso em torno da proteção de dados, da segurança digital e da governança das plataformas tecnológicas. Enquanto a ANPD avança na construção de uma política nacional capaz de fortalecer a cultura de privacidade no Brasil, governos, reguladores e organismos internacionais ampliam esforços para proteger crianças e adolescentes no ambiente online e estabelecer mecanismos mais robustos de responsabilização e supervisão das grandes empresas de tecnologia.

Nesse cenário de exposição constante e ambientes digitais complexos, o DPO as a Service surge como uma solução estratégica para elevar o nível de maturidade em privacidade e segurança da informação. O modelo oferece suporte técnico e jurídico especializado, atualização regulatória contínua, atuação preventiva na gestão de riscos e apoio no relacionamento com a ANPD e os titulares de dados. Mais do que atender à LGPD, o DPO as a Service fortalece a governança de dados, protege a reputação institucional e contribui para a sustentabilidade digital das organizações.


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